ANÁLISE DE GÁS DE COMBUSTÀO INDUSTRIAL 

Gases atmosféricos

 

A AAEL empresa especializada no monitoramento e controle de gases de combustão e atmosféricos  O2 Oxigênio, CO Monóxido de carbono,  CO2  Dióxido de carbono, Temperatura e Pressão de acordo resolução 054 de 2016 do IAT.

 

Qualidade do ar interno

Análise ambientais interno conforme RE 09 de 2003 da Agencia Nacional da Vigilância Sanitária. As análises do ar interno é realizada conforme resolução, e compõe o plano de monitoramento de ar condicionada para equipamentos que excedem 60.000 BTUS

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Emissões atmosféricas

 

A amostragem de emissões não continuas devem ser realizadas a cada seis meses conforme determina Sema 054/2016. As coletas são realizadas em fontes industrias: fornos, chaminés , caldeira,  tubulações de combustão, motores veiculares , poços e tuneis de mineração, gás propano, butano e outras atividades  de energia térmica  capaz de acumular ou produzir gases fugitivos.​

O monitoramento  

 

Através do monitoramento é  possível identificar falhas no sistema podendo otimizar de forma sustentável a efetividade como um todo no sistema de combustão.  A Sema 054/2016  é órgão que fiscaliza as atividade atmosféricas do ar no Estado do Paraná . Partindo deste pressuposto  faz se necessário o controle preventivo da empresa de modo a evitar possíveis multa e deficiência na atividade de liberação. O Monitoramento  geralmente é realizado a cada seis meses

Coleta dos gases atmosféricos

 

Os gases são coletados através de  uma sonda lambda, acoplada no equipamento analisador de gases atmosféricos. Através da  sonda os gases enviados diretamente para uma célula do equipamento a 310 ou 340. A partir dai o equipamento qualifica e  quantifica os gases atmosféricos, fuligem entre outras emissões. 

O equipamento

 

O equipamento A 310 realiza  as análises de emissões atmosféricas de forma rápida, confiável e com precisão. Os resultados confere a  efetividade da queima em tempo real dos modelos adotados  para adoção de redução dos gases atmosféricos com referência  dos padrões internacionais de controle. Baseado no exposto, o objetivo e tornar as áreas  de emissão atmosféricas menos poluentes e mais produtiva do ponto de vista da efetividade de queima.  As  industrias menos poluentes se tornam mais competitivas no mercado internacional do ponto de vista ambiental. E através da mitigação  dos  poluente, que  as empresas ganham notoriedade  e credibilidade no mercado. Além do mais os órgãos fiscalizadores podem multar empresas desenquadradas onerando e muitas vezes aumento o tempo dos processos para LO liberação de operação 

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Emissões atmosféricas de veículos e industrial

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Art. 9º As emissões atmosféricas devem ser lançadas para a atmosfera livre de forma a permitir uma boa dispersão, preferencialmente através de dutos ou chaminés, e não poderão resultar em concentrações ambientais no entorno da instalação da fonte emissora superiores às vigentes como padrão de qualidade do ar.

Parágrafo único. A verificação do atendimento aos padrões primários de qualidade do ar, quando aplicável, deve ser feita em áreas residenciais, urbanas ou outras onde a permanência de pessoas não é de caráter esporádico.

Art. 10. As atividades ou fontes potenciais de poluição atmosférica deverão contar com a estrutura necessária para a realização de amostragem e/ou determinação direta de poluentes em dutos ou chaminés, de acordo com metodologia normatizada ou equivalente aceita pelo órgão ambiental competente.

§ 1º Na ocorrência de duas ou mais fontes, cujo lançamento final seja efetuado em duto ou chaminé comum, as medições devem ser feitas individualmente, quando possível, e na sua impossibilidade, estas poderão ser efetuadas no duto ou chaminé comum e os padrões de emissão devem ser ponderados individualmente com as respectivas potências térmicas nominais das fontes em questão para o cálculo do novo padrão de emissão resultante, conforme o exemplo a seguir, sendo a frequência do automonitoramento determinada em função da soma da potência térmica nominal acoplada na chaminé:

 

Sendo:

LE = limite de emissão para a chaminé em comum

Pn = potência térmica nominal do processo n

LMEn = limite máximo de emissão individual do processo n

Exemplo

Caldeira 1 - P1= 5 MW e LME1 = 300 mg/Nm3

Caldeira 2 - P2= 35 MW e LME2 = 250 mg/Nm3

LE = 5 * 300 35 * 250 mg / Nm³ = 256,3 mg / Nm³

              5 + 35

§ 2º Nos casos de duas ou mais fontes, cujo lançamento final seja efetuado em duto ou chaminé comum onde não se aplica a potência térmica, o padrão de emissão é definido a partir da média dos padrões individuais em função das respectivas vazões.

§ 3º Nos casos de dutos ou chaminés com diâmetro menor que 30 cm ou fora dos critérios de distâncias mínimas para singularidades, o Órgão Ambiental poderá exigir a adaptação da tubulação ou aceitar a medição no duto existente.

§ 4º Em casos de fontes nas quais a medição não apresente condições aceitáveis de precisão, poderá ser apresentada nova metodologia de medição ao órgão ambiental ou balanço de massa, para avaliação.

§ 5º As fontes de combustão, dentro do escopo do Programa de Automonitoramento, deverão dispor de medição para a obtenção de dados relacionados ao consumo de combustível.

Art. 11. Toda atividade, industrial, comercial ou de serviços, em operação ou que venha a operar no Estado do Paraná que possua ou venha a possuir fonte emissora de poluente atmosférico, independentemente do tipo de combustível que está sendo ou será utilizado, deverá providenciar periodicamente, ou quando exigido pelo Órgão Ambiental, a caracterização e quantificação da emissão, através da realização de amostragem em duto ou chaminé.

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