ANÁLISE DE ÁGUA

SAC Soluço Alternativa para Consumo e análise de água é controlada e monitorado pela Sisagua Vigi água no Estado Paraná.  As análises de solução alternativa em águas subterrâneas (( Poços)) devem ser realizada mensalmente conforme  determinação da PRC de 2017 no anexo XX. Toda água para consumo solução alternativa de possuir um responsável técnico ela deve tratada com cloro mantendo os níveis de cloro entre 0,2 ppm  de cloro livre até  2,00 ppm  de cloro combinado .

Análise de água para consumo

DOSADORA DE CLORO

A dosadora de cloro da AAEL é eficiente e resistente, possui baixo custo de manutenção e não utiliza energia. É um equipamento cedido em comodato pelo nosso laboratório.  O tratamento da água subterrãnea é feita com de pastilhas de cloro própria para o consumo humano de acordo com Portaria 2914 de 2011 consolidada pela PRC 05/2017. As pastilhas ficam dentro de uma dosara quando a água passa pelo equipamento realiza o tratamento da água de seu poço ou cisterna. Você pode contratar a qualquer a AAEL a qualquer momento . FALE CONOSCO 

                                      ANÁLISE DE AR

A análise de ar é uma RE resolução de 09 de 2003  controlada pela Vigilância Sanitária  ela deve ser realizada a cada seis meses para compor o Plano de monitoramento e Controle do Ar condicionado o PMOc. o número de pontos a ser analisado depender da atividade e o tamanho em m2 devendo seguir o mínimo recomendado pela resolução e conforme a estrutura da empresa. O Técnico escolhe no ambiente setores onde há grande fluxo de pessoas trabalhando. O Objetivo da análise do ar interno é manter um ambiente saudável  com taxas de dióxido de carbono C02 abaixo de 1.000ppm, a umidade e velocidade do ar  do ar também é controlada bem como a temperatura do ambiente e quantidade de MPT  fungos e bactérias no ar. Consulte AAEL

Dosadora de Cloro ANAASC
Análise de ar

         ANÁLISE DE PISCINAS

A análise da qualidade de piscina deve ser realizada por um químico. A AAEL possui equipamentos especifico  que pode realizar a análise análise no local com eficiência. Controle Pool um equipamento de alta resolução que afere, cloro, dióxido de cloro, pH, condutividade e ácido cia úrico. A piscina deve manter a qualidade da água dentro de parâmetros recomendados para evitar corrosão dos equipamentos e dos azulejos evitar super dosagem de cloro e outros compostos que pode ser prejudicial ao banhistas.  A dureza da água pode provocar descolamento dos reajustes provocando vazamento. Asa analises microbiológicas também são necessárias para verificar as condições de balneabilidade principalmente para crianças e idosos uma vez que estas pessoas são mais sensíveis a águas contaminadas.  FALE CONOSCO

                             RESPONSABILIDADE TÉCNICA

Responsabilidade técnica e regularização do seu poço, piscinas, bebedouros caixas de água e cisterna. Contrate  A AAAEL temos  técnicos habilitados nas mais diversas áreas para tratar a água de seu condomínio, sua indústria  sua empresa  podendo responder tecnicamente  perante a Vigilância Sanitária. FALE CONOSCO

Estabelece normas para execução da Lei nº 2.800, de 18 de junho de 1956, sobre o exercício da profissão de químico, e dá outras providências.
 

O Presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 81, item III da Constituição.

DECRETA:

Artigo lº - O exercício da profissão de químico, em qualquer de suas modalidades, compreende:


I - direção, supervisão, programação, coordenação, orientação e responsabilidade técnica no âmbito das respectivas atribuições;
II - assistência, consultoria, formulações, elaboração de orçamentos, divulgação e comercialização relacionadas com a atividade de químico;
III - ensaios e pesquisas em geral, pesquisa e desenvolvimento de métodos e produtos;
IV - análise química e físico-química, químico-biológica, fitoquímica, bromatológica, químico-toxicológica, sanitária e legal, padronização e controle de qualidade;
V - produção e tratamento prévio e complementar de produtos e resíduos químicos;
VI - vistoria, perícia, avaliação, arbitramento e serviços técnicos, elaboração de pareceres, laudos e atestados, no âmbito das respectivas atribuições;
VII - operação e manutenção de equipamentos e instalações relativas à profissão de químico e execução de trabalhos técnicos de químicos;
VIII - estudos de viabilidade técnica e técnico-econômica, relacionados com a atividade de químico;
IX - condução e controle de operações e processos industriais, de trabalhos técnicos, montagens, reparos, e manutenção;
X - pesquisa e desenvolvimento de operações e processos industriais;
XI - estudo, elaboração e execução de projetos da área;
XII - estudo, planejamento, projeto e especificações de equipamentos e instalações industriais, relacionados com a atividade de químico;
XIII - execução, fiscalização, montagem, instalação e inspeção de equipamentos e instalações industriais, relacionadas com a Química;
XIV - desempenho de cargos e funções técnicas no âmbito das respectivas atribuições;
XV - magistério, respeitada a legislação específica.


Art. 2º - São privativos do químico:


I - análises químicas ou físico-químicas, quando referentes a indústria química;

II - produção, fabricação e comercialização, sob controle e responsabilidade, de produtos químicos, produtos industriais obtidos por meio de reações químicas controladas ou de operações unitárias, produtos obtidos através de agentes físico-químicos ou biológicos, produtos industriais derivados de matéria prima de origem animal, vegetal, ou mineral, e tratamento de resíduos resultantes da utilização destas matérias primas sempre que vinculadas à Indústria Química;

III - tratamento, em que se empreguem reações químicas controladas e operações unitárias, de águas para fins potáveis, industriais ou para piscinas públicas e coletivas, esgoto sanitário e de rejeitos urbanos e industriais;

IV - o exercício das atividades abaixo discriminadas, quando exercidas em firmas ou entidades públicas e privadas, respeitado o disposto no Art. 6º;

a) análise químicas e físico-químicas;
b) padronização e controle de qualidade, tratamento prévio de matéria prima, fabricação e tratamento de produtos industriais;
c) tratamento químico, para fins de conservação, melhoria ou acabamento de produtos naturais ou industriais;
d) mistura, ou adição recíproca, acondicionamento embalagem e reembalagem de produtos químicos e seus derivados, cuja manipulação requeira conhecimentos de Química;
e) comercialização e estocagem de produtos tóxicos, corrosivos, inflamáveis ou explosivos, ressalvados os casos de venda a varejo;
f) assessoramento técnico na industrialização, comercialização e emprego de matérias primas e de produtos de indústria Química;
g) pesquisa, estudo, planejamento, perícia, consultoria e apresentação de pareceres técnicos na área de Química;

V - exercício, nas indústrias, nas atividades mencionadas no Art. 335 da Consolidação das Leis de Trabalho;

VI - desempenho de outros serviços e funções, não especificados no presente Decreto, que se situem no domínio de sua capacitação técnico-científica;

VII - magistério superior das matérias privativas constantes do currículo próprio dos cursos de formação de profissionais de Química, obedecida a legislação do ensino.
 

Art. 3º - As atividades de estudo, planejamento, projeto e especificações de equipamentos e instalações industriais, na área de Química, são privativas dos profissionais com currículo da Engenharia Química.

Art. 4º - Compete ainda aos profissionais de Química, embora não privativo ou exclusivo, o exercício das atividades mencionadas no Art. 1º\', quando referentes a:
 

a) laboratórios de análises que realizem exames de caráter químico, físico-químico, químico-biológico, fitoquímico, bromatológico, químico-toxicológico, sanitário e químico legal;
b) órgãos ou laboratórios de análises clínicas ou de saúde pública ou a seus departamentos especializadas, no âmbito de suas atribuições;
c) estabelecimentos industriais em que se fabriquem insumos com destinação farmacêutica para uso humano e veterinário, insumos para produtos dietéticos e para cosméticos, com ou sem ação terapêutica;
d) firmas e entidades públicas ou privadas que atuem nas áreas de química e de tecnologia agrícola ou agropecuária, de Mineração e de Metalurgia;
e) controle de qualidade de águas potáveis, de águas de piscina, praias e balneários;
f) exame e controle da poluição em geral e da segurança ambiental, quando causadas por agentes químicos e biológicos;
g) estabelecimentos industriais em que se fabriquem produtos cosméticos sem ação terapêutica, produtos de uso veterinário sem indicação terapêutica, produtos saneantes, inseticidas, raticidas, anti-sépticos e desinfetantes;
h) estabelecimentos industriais que fabriquem produtos dietéticos e alimentares;
i) segurança do trabalho em estabelecimentos públicos ou particulares, ressalvada a legislação específica;
j) laboratórios de análises químicas de estabelecimentos metalúrgicos.

Art. 5º - As disposições deste Decreto abrangem o exercício da profissão de químico no serviço público da União, dos Estados, Distrito Federal, Territórios, Municípios e respectivos órgãos da administração indireta, bem como nas entidades particulares.

Art. 6º - As dúvidas provenientes do exercício de atividades afins com outras profissões regulamentadas serão resolvidas através de entendimentos direto entre os Conselhos Federais interessados.

Art. 7º - Para efeito do disposto no Artigo anterior, considera-se afim com a do químico atividade da mesma natureza, exercida por outros profissionais igualmente habilitados na forma da legislação específica.

Art. 8º - Cabe ao Conselho Federal de Química expedir as resoluções necessárias à interpretação e execução do disposto neste Decreto.

Art. 9º - Revogadas as disposições em contrário, o presente Decreto entrará em vigor na data de sua publicação.

 

Brasília 07 de abril de 1981; 160º da Independência e 931 da República

JOÃO FIGUEIREDO

Murilo Macêdo

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